FUGINDO DE DEUS
Jonas 1.3
Propósito Geral: Consagratório.
Tema Específico: A Vontade de Deus
Afirmação Teológica: Uma das maiores verdades deste texto bíblico é esta:
- Como Ele faz isso? De várias MANEIRAS:
1. DEUS FALA COM O SEU POVO - 1.1-2
- Fale de como a Palavra de Deus nos aproxima do próprio Deus (Salmo 1, Salmo 119).
2. DEUS DEIXA O SEU POVO "QUEBRAR A CARA" - 1.4-17
- Fale de como, muitas vezes, Deus permite que "quebremos a cara" pois sabe que quando nos sobrevierem as conseqüências dos nossos atos de rebeldia iremos desejar uma rápida reaproximação com Ele.
Nota: Jonas passou pela Tempestade de Deus, foi para o "porão" (dormência/depressão), foi humilhado pelos demais passageiros e tripulantes, foi rejeitado (lançado ao mar) e, finalmente, foi ao fundo do poço (engolido por um grande peixe, com algas marinhas enroscadas em sua cabeça).
3. DEUS LIBERTA O SEU POVO, QUANDO ELE CLAMA POR SUA MISERICÓRDIA - 2.1-10
- Fale de como as misericórdias do Senhor nos reaproximam Dele.
Conclusão:
Deus faz de tudo para evitar que saiamos do centro da sua vontade:
- Ele fala conosco;
- Ele nos deixa "quebrar a cara";
- Prontamente, Ele nos liberta quando, arrependidos, clamamos misericórdia.
Autoria: Enoque José Barbosa
domingo, 28 de março de 2010
QUANDO DEUS CHAMA, ELE EXIGE RESPOSTA Juízes 5.14-18
QUANDO DEUS CHAMA, ELE EXIGE RESPOSTA
Juízes 5.14-18
Ficha Do Texto
Tempo bíblico: Tempo dos Juízes.
Para quem foi escrito? Para os judeus de uma época posterior os fatos descritos no texto em questão (provavelmente, aos contemporâneos do rei David).
Quando? Quando o povo de Israel mais uma vez esquecia-se da Aliança.
Porque? O povo estava se afastando de Deus.
Para quê? Para desafiá-los a serem fiéis à Aliança que Deus fizera com eles e adverti-los dos perigos trazidos pelo tipo errado de liderança.
Assunto Principal: Débora, em seu famoso cântico, elogia as tribos que responderam positivamente à sua convocação de guerra contra os cananeus (que duramente oprimiam Israel há mais de 20 anos) e ironiza as tribos que se negaram a se unir a ela em combate ao inimigo.
.
Ficha Do Sermão
Propósito Geral: Consagratório.
Propósito Específico: Que os crentes deixem de dar desculpas ao chamado de Deus e se engajem aos trabalhos coletivos da igreja, em apoio e ajuda mútua.
.
INTRODUÇÃO
Quebra-Gelo: ____________________________________________________________
(Faça a Leitura do Texto)
Gancho: ________________________________________________________________
Afirmação Teológica: Não há desculpas aceitáveis para fugir ao chamado de Deus.
Frase de Efeito: QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIJE UMA RESPOSTA POSITIVA.
- No entanto, ao invés de dar uma resposta a Deus, quatro tribos deram desculpas.
- Vamos ver as desculpas das tribos que não atenderam à convocação de Débora?
1) A TRIBO DE RÚBEN PRECISAVA “DISCUTIR BEM O ASSUNTO” (sem descuidar do seu rebanho, é claro) - (vs 15b-16a).
O significado do nome Rúben é: “O Senhor olhou para a minha aflição”. Lia, a mãe do Rúben de quem se originou esta tribo, era estéril. Ela clamou ao Senhor e a Deus a fez fecunda. Agora os irmãos de Rúben clamam por ajuda, mas ele não sai para ajudar.
• O quê tanto a Tribo de Rúben discutia, enquanto seu povo guerreava?
- Talvez que seria uma loucura lutar contra os cananeus (Eles não eram mais fortes que Israel? Não tinham 900 carros de ferro? Não estavam no poder a 20 anos?).
- Talvez estivessem questionando a liderança de uma mulher. A convocação da pro-fetiza Débora teria mesmo vindo da parte de Deus? Porque Deus usaria uma mu-lher e não um homem para liderar esta batalha?
• Porque a Tribo de Rúben preferiu ficar cuidando do seu rebanho a ir à guerra?
- Será que o bem estar de seus animais era mais importante que o bem estar de seus irmãos?
O que se pode dizer da atitude da Tribo de Rúben neste episódio?
A Tribo de Rúben foi egoísta, insensível e ingrata. Mas Deus, através de Débora não a poupa da vergonha diante das demais tribos e ironiza sua atitude: ”A Tribo de Rúben só sabe ficar discutindo, mas agir que é bom...”.
Notas:
- É claro que devemos julgar as profecias (I Coríntios 14.29, I João 4.1), mas, deve-mos fazê-lo o mais rápido possível e agir – quando Deus nos chama para agir.
- É claro que devemos cuidar da nossa casa e das nossas posses, pois foi o Pai quem as nos deu, mas não devemos colocar o cuidado com as coisas materiais acima do cuidado que devemos ter para com nossos irmãos.
Aplicação:
- Parece-lhe justo alguém ficar eternamente envolvido em discussões, enquanto pes-soas estão sofrendo e morrendo em duras batalhas, precisando de nossa ajuda?
- Parece-lhe justo deixar de prestar socorro a alguém porque estamos ocupados de-mais cuidando de nossos bens materiais (ou de nossos animais de estimação)?
Ilustração: ____________________________________________________________
U João 3.17: O próprio Deus deu o exemplo, ao enviar Seu único Filho a este mundo para salvar o pecador.
F.E. QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIGE UMA RESPOSTA POSITIVA!
Apelo: Quando você tomará uma atitude? Deixe de lado aquelas eternas e infrutífe-ras “discussões teológicas” e aquela falsa espiritualidade e entre na batalha. Deixe de ser egoísta e atenda o chamado de Deus. Depois será tarde demais!
2) A TRIBO DE GILEADE, POR ESTAR “DALÉM DO JORDÃO”, DECLAROU COM SUA ATITUDE QUE O ASSUNTO NÃO LHE DIZIA RESPEITO - (vs 17).
O significado do nome Gileade é: “Boa sorte”. Quem sabe esta tribo se achava sortuda por ter o Rio Jordão protegendo-a dos ataques dos inimigos de Israel, especialmente naqueles dias, pois era época de chuva.
• Porque a Tribo de Gileade ficou indiferente?
- Não sabiam eles que a nação era composta de 12 tribos, das quais ela fazia parte?
- Não eram as demais tribos seus irmãos? Não era também com ele o assunto?
- Não sabiam eles que tudo que afetava as demais tribos também os afetava? (Não cessaram as caravanas e as aldeias em Israel por causa dos cananeus - Juízes 5.6-7?) Sim! O assunto também lhes dizia respeito, afetava-lhes.
O que se pode dizer da atitude da Tribo de Gileade neste episódio?
A indiferença da Tribo de Gileade foi de uma estupidez incrível, pois é exatamente quando nos isolamos de nossos irmãos que se torna mais fácil ao inimigo nos destruir. Não é assim que fazem os leões, isolam suas presas do rebanho para abatê-las?
Aplicação:
- Parece-lhe justo deixar de prestar socorro aos nossos irmãos porque não estamos nos sentimos ameaçados naquele momento?
- Pode um cristão genuíno acreditar que aquilo que acontece aos seus irmãos não o afeta, não lhe diz respeito?
- Pode um cristão genuíno não sofrer a dor dos demais membros do Corpo de Cristo?
Ilustração: ____________________________________________________________
U Colossenses 1.13-14: O Seu Filho se importou conosco e nos tirou trevas.
F.E. QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIGE UMA RESPOSTA POSITIVA!
Apelo: Quando você deixará de ser indiferente ao sofrimento de seus irmãos na fé? Quando irá romper este cordão de isolamento?
3) A TRIBO DE DÃ NÃO VEIO PORQUE PRECISAVA CUIDAR DOS SEUS “NAVIOS-LOJA” (além disso, os cananeus eram seus clientes) - (vs 17).
O significado do nome Dã é: “Julgar”.
• Porque a Tribo de Dã não se apresentou para a batalha?
- Dã era uma tribo de mercadores, dirigindo um serviço de marinha mercante para Israel. Eles traziam mercadorias dos cantos mais distantes da terra. Depois, anco-rados em um porto, os navios se tornavam lojas e vendiam diretamente do impor-tador ao público.
- Talvez Dã tivesse se sensibilizado com o chamado de Deus, mas, e os seus negó-cios, quem iria cuidar? Além disso, os cananeus eram seus clientes. Não podia contrariá-los. Era melhor permanecer neutro.
- Quem sabe Dã tenha enviando um pouco de dinheiro para Débora, para custear as despesas da guerra, mas isto foi suficiente?
O que se pode dizer da atitude da Tribo de Dã neste episódio?
Seu discernimento e sua capacidade de julgar foram prejudicados pelo fato dos cana-neus serem seus clientes. Dã errou nas suas PRIORIDADES. A prioridade era seu po-vo, não o seu negócio. A prioridade era a vida, não o dinheiro. A prioridade era o cha-mado de Deus, não o lucro. Na relação apocalíptica das tribos de Israel (Apocalipse Capítulo 7), Dã não é mais contada entre as 12.
Nota:
É claro que devemos cuidar dos nossos empregos e dos nossos negócios da melhor maneira possível, mas JAMAIS devemos ficar neutros nesta batalha e devemos sem-pre falar a verdade e confrontar o erro e a mentira. Jesus é a maior prioridade.
Aplicação:
- Parece-lhe justo alguém deixar de falar a verdade e confrontar o erro e a mentira por medo de perder um emprego, um cliente ou um negócio?
- Pode um cristão genuíno priorizar o lucro em detrimento da vida e da unidade da sua igreja?
- Pode um cristão genuíno ficar neutro nesta batalha espiritual que estamos vivendo?
Ilustração: ____________________________________________________________
U Gálatas 2-20: Jesus perdeu mais que um emprego, um cliente ou um negócio.
F.E. QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIGE UMA RESPOSTA POSITIVA!
Apelo: Quando você acertará suas prioridades? Se tiver que perder um ótimo empre-go, um grande cliente ou um negócio por amor a Jesus e à verdade – perca, mas não deixe de atender ao chamado de Deus. Não pense que seus dízimos e ofertas irão substituí-lo nesta batalha. Não irão! Não há neutralidade. Quem não é por Cristo, é contra Ele.
4) A TRIBO DE ASER NÃO VEIO PORQUE ESTAVA DE FÉRIAS NA PRAIA - (vs 17).
O significado do nome Aser é: “Bem-aventurado” (feliz).
• Porque a Tribo de Aser não se apresentou para a batalha?
Eles estavam gozando suas “merecidas” férias à beira mar. Estavam assentados, descansando. Depois iram se apresentar; quem sabe?
O que se pode dizer da atitude da Tribo de Aser neste episódio?
Sua atitude demonstrou toda a indiferença e insensibilidade que alguém pode de-monstrar ao chamado de Deus. Se a indiferença e a insensibilidade não tivessem no-me, poderiam se chamar Aser. Aser é sinônimo de indiferença e insensibilidade.
Nota:
É claro que tudo mundo merece umas férias de vez em quando, mas, tirar férias no meio de uma batalha é um absurdo. Tirar férias enquanto os irmãos estão se matando para fazer a obra de Deus é uma vergonha. Isto não é “bem-aventurança”, não é feli-cidade, isto é uma afronta a Deus.
Aplicação:
- Parece-lhe justo alguém “sair de férias” exatamente em épocas de campanhas, con-gressos e conferências em sua igreja?
- Parece-lhe justo alguém “viver em férias”, deixando seus irmãos carregar a igreja nas costas sozinhos? (Muitas vezes criticando o pouco que tem sido feito).
Ilustração: ____________________________________________________________
U Mateus 8.17b: Jesus carregou nossos pecados e nossas enfermidades.
F.E. QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIGE UMA RESPOSTA POSITIVA!
Apelo: Quando é que as suas férias irão acabar, heim? Já é hora de entrar na bata-lha, de se envolver de verdade com o reino de Deus, de fazer a sua parte. Deus não aceitará suas desculpas.
SÓ PARA REGISTRAR:
- Todas as demais tribos responderam à convocação de guerra.
- As tribos de Zebulon e Naftali foram as que mais se arriscaram; arriscaram não seu rebanho, ou seu negócio, ou suas férias, mas arriscaram a própria vida.
- A batalha deu-se no Monte Tabor, um pequeno monte redondo, onde os cananeus poderiam facilmente derrotar o povo de Deus com seus amedrontadores carros de ferro, mas, sabe como o povo de Deus venceu esta batalha? Deus fez chover e os carros Sísera atolaram e se tornaram presas fáceis de Israel (Juízes 5.21).
CONCLUSÃO:
Quando Deus nos chama, Ele exige uma resposta positiva e não desculpas:
- Rúben não veio a tempo porque ficou (eternamente) discutindo o assunto;
- Gileade declarou com sua atitude que o assunto não lhe dizia respeito;
- Dã ficou cuidando dos seus navios-loja;
- Aser estava de férias.
Por isso Sua Palavra honra as tribos que entraram na batalha e ironiza as demais.
Apelo Final:
Há uma batalha em curso. Quando você deixará de dar desculpas e VERDADEIRAMEN-TE irá se engajar na obra de Deus? QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIGE UMA RESPOSTA. Qual é a sua resposta?
Autor: Este sermão foi escrito com base nas maravilhosas considerações do capítulo 3 do livro “Evangelismo Por Fogo”, de Reinhard Bonnke. Você pode baixar, copiar ou imprimir este sermão, porém somente seu uso através da palavra falada está previamente autorizado. Os Direitos Autorais são mantidos. Qualquer outra forma de utilização dependerá de autorização por escrito. O Site do Pregador dispensa os pregadores que usam suas mensagens da obrigação moral e ética de citar a fonte.
www.ositedopregador.com.br
Juízes 5.14-18
Ficha Do Texto
Tempo bíblico: Tempo dos Juízes.
Para quem foi escrito? Para os judeus de uma época posterior os fatos descritos no texto em questão (provavelmente, aos contemporâneos do rei David).
Quando? Quando o povo de Israel mais uma vez esquecia-se da Aliança.
Porque? O povo estava se afastando de Deus.
Para quê? Para desafiá-los a serem fiéis à Aliança que Deus fizera com eles e adverti-los dos perigos trazidos pelo tipo errado de liderança.
Assunto Principal: Débora, em seu famoso cântico, elogia as tribos que responderam positivamente à sua convocação de guerra contra os cananeus (que duramente oprimiam Israel há mais de 20 anos) e ironiza as tribos que se negaram a se unir a ela em combate ao inimigo.
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Ficha Do Sermão
Propósito Geral: Consagratório.
Propósito Específico: Que os crentes deixem de dar desculpas ao chamado de Deus e se engajem aos trabalhos coletivos da igreja, em apoio e ajuda mútua.
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INTRODUÇÃO
Quebra-Gelo: ____________________________________________________________
(Faça a Leitura do Texto)
Gancho: ________________________________________________________________
Afirmação Teológica: Não há desculpas aceitáveis para fugir ao chamado de Deus.
Frase de Efeito: QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIJE UMA RESPOSTA POSITIVA.
- No entanto, ao invés de dar uma resposta a Deus, quatro tribos deram desculpas.
- Vamos ver as desculpas das tribos que não atenderam à convocação de Débora?
1) A TRIBO DE RÚBEN PRECISAVA “DISCUTIR BEM O ASSUNTO” (sem descuidar do seu rebanho, é claro) - (vs 15b-16a).
O significado do nome Rúben é: “O Senhor olhou para a minha aflição”. Lia, a mãe do Rúben de quem se originou esta tribo, era estéril. Ela clamou ao Senhor e a Deus a fez fecunda. Agora os irmãos de Rúben clamam por ajuda, mas ele não sai para ajudar.
• O quê tanto a Tribo de Rúben discutia, enquanto seu povo guerreava?
- Talvez que seria uma loucura lutar contra os cananeus (Eles não eram mais fortes que Israel? Não tinham 900 carros de ferro? Não estavam no poder a 20 anos?).
- Talvez estivessem questionando a liderança de uma mulher. A convocação da pro-fetiza Débora teria mesmo vindo da parte de Deus? Porque Deus usaria uma mu-lher e não um homem para liderar esta batalha?
• Porque a Tribo de Rúben preferiu ficar cuidando do seu rebanho a ir à guerra?
- Será que o bem estar de seus animais era mais importante que o bem estar de seus irmãos?
O que se pode dizer da atitude da Tribo de Rúben neste episódio?
A Tribo de Rúben foi egoísta, insensível e ingrata. Mas Deus, através de Débora não a poupa da vergonha diante das demais tribos e ironiza sua atitude: ”A Tribo de Rúben só sabe ficar discutindo, mas agir que é bom...”.
Notas:
- É claro que devemos julgar as profecias (I Coríntios 14.29, I João 4.1), mas, deve-mos fazê-lo o mais rápido possível e agir – quando Deus nos chama para agir.
- É claro que devemos cuidar da nossa casa e das nossas posses, pois foi o Pai quem as nos deu, mas não devemos colocar o cuidado com as coisas materiais acima do cuidado que devemos ter para com nossos irmãos.
Aplicação:
- Parece-lhe justo alguém ficar eternamente envolvido em discussões, enquanto pes-soas estão sofrendo e morrendo em duras batalhas, precisando de nossa ajuda?
- Parece-lhe justo deixar de prestar socorro a alguém porque estamos ocupados de-mais cuidando de nossos bens materiais (ou de nossos animais de estimação)?
Ilustração: ____________________________________________________________
U João 3.17: O próprio Deus deu o exemplo, ao enviar Seu único Filho a este mundo para salvar o pecador.
F.E. QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIGE UMA RESPOSTA POSITIVA!
Apelo: Quando você tomará uma atitude? Deixe de lado aquelas eternas e infrutífe-ras “discussões teológicas” e aquela falsa espiritualidade e entre na batalha. Deixe de ser egoísta e atenda o chamado de Deus. Depois será tarde demais!
2) A TRIBO DE GILEADE, POR ESTAR “DALÉM DO JORDÃO”, DECLAROU COM SUA ATITUDE QUE O ASSUNTO NÃO LHE DIZIA RESPEITO - (vs 17).
O significado do nome Gileade é: “Boa sorte”. Quem sabe esta tribo se achava sortuda por ter o Rio Jordão protegendo-a dos ataques dos inimigos de Israel, especialmente naqueles dias, pois era época de chuva.
• Porque a Tribo de Gileade ficou indiferente?
- Não sabiam eles que a nação era composta de 12 tribos, das quais ela fazia parte?
- Não eram as demais tribos seus irmãos? Não era também com ele o assunto?
- Não sabiam eles que tudo que afetava as demais tribos também os afetava? (Não cessaram as caravanas e as aldeias em Israel por causa dos cananeus - Juízes 5.6-7?) Sim! O assunto também lhes dizia respeito, afetava-lhes.
O que se pode dizer da atitude da Tribo de Gileade neste episódio?
A indiferença da Tribo de Gileade foi de uma estupidez incrível, pois é exatamente quando nos isolamos de nossos irmãos que se torna mais fácil ao inimigo nos destruir. Não é assim que fazem os leões, isolam suas presas do rebanho para abatê-las?
Aplicação:
- Parece-lhe justo deixar de prestar socorro aos nossos irmãos porque não estamos nos sentimos ameaçados naquele momento?
- Pode um cristão genuíno acreditar que aquilo que acontece aos seus irmãos não o afeta, não lhe diz respeito?
- Pode um cristão genuíno não sofrer a dor dos demais membros do Corpo de Cristo?
Ilustração: ____________________________________________________________
U Colossenses 1.13-14: O Seu Filho se importou conosco e nos tirou trevas.
F.E. QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIGE UMA RESPOSTA POSITIVA!
Apelo: Quando você deixará de ser indiferente ao sofrimento de seus irmãos na fé? Quando irá romper este cordão de isolamento?
3) A TRIBO DE DÃ NÃO VEIO PORQUE PRECISAVA CUIDAR DOS SEUS “NAVIOS-LOJA” (além disso, os cananeus eram seus clientes) - (vs 17).
O significado do nome Dã é: “Julgar”.
• Porque a Tribo de Dã não se apresentou para a batalha?
- Dã era uma tribo de mercadores, dirigindo um serviço de marinha mercante para Israel. Eles traziam mercadorias dos cantos mais distantes da terra. Depois, anco-rados em um porto, os navios se tornavam lojas e vendiam diretamente do impor-tador ao público.
- Talvez Dã tivesse se sensibilizado com o chamado de Deus, mas, e os seus negó-cios, quem iria cuidar? Além disso, os cananeus eram seus clientes. Não podia contrariá-los. Era melhor permanecer neutro.
- Quem sabe Dã tenha enviando um pouco de dinheiro para Débora, para custear as despesas da guerra, mas isto foi suficiente?
O que se pode dizer da atitude da Tribo de Dã neste episódio?
Seu discernimento e sua capacidade de julgar foram prejudicados pelo fato dos cana-neus serem seus clientes. Dã errou nas suas PRIORIDADES. A prioridade era seu po-vo, não o seu negócio. A prioridade era a vida, não o dinheiro. A prioridade era o cha-mado de Deus, não o lucro. Na relação apocalíptica das tribos de Israel (Apocalipse Capítulo 7), Dã não é mais contada entre as 12.
Nota:
É claro que devemos cuidar dos nossos empregos e dos nossos negócios da melhor maneira possível, mas JAMAIS devemos ficar neutros nesta batalha e devemos sem-pre falar a verdade e confrontar o erro e a mentira. Jesus é a maior prioridade.
Aplicação:
- Parece-lhe justo alguém deixar de falar a verdade e confrontar o erro e a mentira por medo de perder um emprego, um cliente ou um negócio?
- Pode um cristão genuíno priorizar o lucro em detrimento da vida e da unidade da sua igreja?
- Pode um cristão genuíno ficar neutro nesta batalha espiritual que estamos vivendo?
Ilustração: ____________________________________________________________
U Gálatas 2-20: Jesus perdeu mais que um emprego, um cliente ou um negócio.
F.E. QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIGE UMA RESPOSTA POSITIVA!
Apelo: Quando você acertará suas prioridades? Se tiver que perder um ótimo empre-go, um grande cliente ou um negócio por amor a Jesus e à verdade – perca, mas não deixe de atender ao chamado de Deus. Não pense que seus dízimos e ofertas irão substituí-lo nesta batalha. Não irão! Não há neutralidade. Quem não é por Cristo, é contra Ele.
4) A TRIBO DE ASER NÃO VEIO PORQUE ESTAVA DE FÉRIAS NA PRAIA - (vs 17).
O significado do nome Aser é: “Bem-aventurado” (feliz).
• Porque a Tribo de Aser não se apresentou para a batalha?
Eles estavam gozando suas “merecidas” férias à beira mar. Estavam assentados, descansando. Depois iram se apresentar; quem sabe?
O que se pode dizer da atitude da Tribo de Aser neste episódio?
Sua atitude demonstrou toda a indiferença e insensibilidade que alguém pode de-monstrar ao chamado de Deus. Se a indiferença e a insensibilidade não tivessem no-me, poderiam se chamar Aser. Aser é sinônimo de indiferença e insensibilidade.
Nota:
É claro que tudo mundo merece umas férias de vez em quando, mas, tirar férias no meio de uma batalha é um absurdo. Tirar férias enquanto os irmãos estão se matando para fazer a obra de Deus é uma vergonha. Isto não é “bem-aventurança”, não é feli-cidade, isto é uma afronta a Deus.
Aplicação:
- Parece-lhe justo alguém “sair de férias” exatamente em épocas de campanhas, con-gressos e conferências em sua igreja?
- Parece-lhe justo alguém “viver em férias”, deixando seus irmãos carregar a igreja nas costas sozinhos? (Muitas vezes criticando o pouco que tem sido feito).
Ilustração: ____________________________________________________________
U Mateus 8.17b: Jesus carregou nossos pecados e nossas enfermidades.
F.E. QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIGE UMA RESPOSTA POSITIVA!
Apelo: Quando é que as suas férias irão acabar, heim? Já é hora de entrar na bata-lha, de se envolver de verdade com o reino de Deus, de fazer a sua parte. Deus não aceitará suas desculpas.
SÓ PARA REGISTRAR:
- Todas as demais tribos responderam à convocação de guerra.
- As tribos de Zebulon e Naftali foram as que mais se arriscaram; arriscaram não seu rebanho, ou seu negócio, ou suas férias, mas arriscaram a própria vida.
- A batalha deu-se no Monte Tabor, um pequeno monte redondo, onde os cananeus poderiam facilmente derrotar o povo de Deus com seus amedrontadores carros de ferro, mas, sabe como o povo de Deus venceu esta batalha? Deus fez chover e os carros Sísera atolaram e se tornaram presas fáceis de Israel (Juízes 5.21).
CONCLUSÃO:
Quando Deus nos chama, Ele exige uma resposta positiva e não desculpas:
- Rúben não veio a tempo porque ficou (eternamente) discutindo o assunto;
- Gileade declarou com sua atitude que o assunto não lhe dizia respeito;
- Dã ficou cuidando dos seus navios-loja;
- Aser estava de férias.
Por isso Sua Palavra honra as tribos que entraram na batalha e ironiza as demais.
Apelo Final:
Há uma batalha em curso. Quando você deixará de dar desculpas e VERDADEIRAMEN-TE irá se engajar na obra de Deus? QUANDO DEUS NOS CHAMA, ELE EXIGE UMA RESPOSTA. Qual é a sua resposta?
Autor: Este sermão foi escrito com base nas maravilhosas considerações do capítulo 3 do livro “Evangelismo Por Fogo”, de Reinhard Bonnke. Você pode baixar, copiar ou imprimir este sermão, porém somente seu uso através da palavra falada está previamente autorizado. Os Direitos Autorais são mantidos. Qualquer outra forma de utilização dependerá de autorização por escrito. O Site do Pregador dispensa os pregadores que usam suas mensagens da obrigação moral e ética de citar a fonte.
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QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, DEUS ENTRA COM PROVIDÊNCIAS.
DEUS ENTRA COM PROVIDÊNCIA
II Reis 6.1-7
Propósito Geral: Consagratório.
Tema Específico: Crescimento Espiritual
Idéia Central do Sermão:
QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL,
DEUS ENTRA COM PROVIDÊNCIAS.
Com quais PROVIDÊNCIAS Deus entrou nesta história?
1. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE NOS FAZ VER QUE É PRECISO EXPANDIR - vs. 1.
O cristão e a igreja que estão buscando crescimento espiritual sentem que não devem nem podem se acomodar, pois o nosso espaço sempre será pequeno.
A Bíblia nos ensina em Isaías 54.2-3: "Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas. Porque transbordarás para a direita e para a esquerda".
2. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE DÁ A DIREÇÃO - v. 2.
Alguns cristãos pensam que hoje em dia Deus não mais dá a direção particular às igrejas ou aos cristãos; que Ele não mais nos diz o que deve ser feito.
Quantos não estão enganados achando que devem trilhar caminhos próprios sem depender exclusivamente de Deus. Tornam-se auto-suficientes profissionais e acabam se esquecendo o que a Bíblia diz em João 3.27 e Tiago 1.17 (por exemplo).
3. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO, ELE PREPARA UM INSTRUTOR - vs. 3.
Moisés instruiu Josué; Elias instruiu Eliseu; Paulo instruiu Timóteo; Jesus instruiu os discípulos.
4. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE NOS LEVA À DIMENSÃO DOS MILAGRES - v. 6.
Para o aprendiz de profeta que derrubou o ferro do machado na água, ali era o fim de seu ministério profético, entretanto, para Deus ali começava uma vida de milagre. O ponto final do homem é o ponto de partida de Deus.
CONCLUSÃO:
Se buscarmos crescimento espiritual, Deus mostrará que é preciso expandir (pois o espaço pequeno); Ele nos dará a direção do que deve ser feito e, se isso não bastasse, Ele nos preparará um instrutor e nos levará a uma vida onde milagres acontecem.
Aleluia. Deus seja louvado!
Autoria: Etiêne Pacífico Teixeira
II Reis 6.1-7
Propósito Geral: Consagratório.
Tema Específico: Crescimento Espiritual
Idéia Central do Sermão:
QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL,
DEUS ENTRA COM PROVIDÊNCIAS.
Com quais PROVIDÊNCIAS Deus entrou nesta história?
1. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE NOS FAZ VER QUE É PRECISO EXPANDIR - vs. 1.
O cristão e a igreja que estão buscando crescimento espiritual sentem que não devem nem podem se acomodar, pois o nosso espaço sempre será pequeno.
A Bíblia nos ensina em Isaías 54.2-3: "Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas. Porque transbordarás para a direita e para a esquerda".
2. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE DÁ A DIREÇÃO - v. 2.
Alguns cristãos pensam que hoje em dia Deus não mais dá a direção particular às igrejas ou aos cristãos; que Ele não mais nos diz o que deve ser feito.
Quantos não estão enganados achando que devem trilhar caminhos próprios sem depender exclusivamente de Deus. Tornam-se auto-suficientes profissionais e acabam se esquecendo o que a Bíblia diz em João 3.27 e Tiago 1.17 (por exemplo).
3. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO, ELE PREPARA UM INSTRUTOR - vs. 3.
Moisés instruiu Josué; Elias instruiu Eliseu; Paulo instruiu Timóteo; Jesus instruiu os discípulos.
4. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE NOS LEVA À DIMENSÃO DOS MILAGRES - v. 6.
Para o aprendiz de profeta que derrubou o ferro do machado na água, ali era o fim de seu ministério profético, entretanto, para Deus ali começava uma vida de milagre. O ponto final do homem é o ponto de partida de Deus.
CONCLUSÃO:
Se buscarmos crescimento espiritual, Deus mostrará que é preciso expandir (pois o espaço pequeno); Ele nos dará a direção do que deve ser feito e, se isso não bastasse, Ele nos preparará um instrutor e nos levará a uma vida onde milagres acontecem.
Aleluia. Deus seja louvado!
Autoria: Etiêne Pacífico Teixeira
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Jesus Cristo é Superior!
O livro de Hebreus (1)
Jesus Cristo é Superior!
Embarcamos agora em uma das viagens mais fascinantes no estudo da Bíblia. A carta aos cristãos hebreus é um dos livros mais ricos do Novo Testamento. O autor deste livro apresenta e defende uma série de temas importantes, focalizando a superioridade de Jesus Cristo.
Durante o nosso estudo de Hebreus, veremos a posição exaltada de Jesus destacada de várias maneiras. Considere na próxima página a lista de algumas das afirmações deste livro sobre a grandeza de Cristo.
Hebreus nos convida a adorar o Senhor Jesus. Sua primazia e divindade são motivos para todas as criaturas lhe darem louvor. Deus manda que os anjos adorem a Jesus, e apresenta seu Filho de um modo que todos devem admirá-lo. Jesus Cristo é Deus, como o salmista disse “acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre” (1:8; compare Salmo 45:6).
Esta carta enfatiza a posição de Jesus como nosso Sumo Sacerdote. Nesta capacidade, ele entrou a nosso favor na presença do Pai, onde permanece até hoje. Por meio dele, podemos nos aproximar do trono da graça com a confiança e esperança, sabendo que ele vive para nos ajudar na caminhada para a eternidade.
O livro destaca, também, a eficácia do único sacrifício perfeito pelos pecados – o próprio Jesus Cristo. O autor mostra que os sacrifícios anteriores não resolveram o problema do pecado, “porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados” (10:4). O único sacrifício capaz de remover pecados é o próprio Cristo, que se ofereceu “uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos” (9:28).
Jesus, como Rei eterno, Sumo Sacerdote para sempre e sacrifício perfeito, se tornou Mediador de uma nova e superior aliança. Veremos nestes estudos que, apesar das doutrinas contraditórias de algumas pessoas hoje, Jesus cumpriu o Velho Testamento e introduziu o Novo Testamento, uma aliança superior que oferece a salvação aos homens perdidos. Aquela lei, com seu sacerdócio inferior e seus sacrifícios ineficazes, “nunca aperfeiçoou coisa alguma” (7:19). Mas Jesus Cristo é o “Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas” (8:6).
Hebreus é um livro prático sacrifício perfeito, se tornou Mediador de uma nova e superior aliança. Veremos nestes estudos que, apesar das doutrinas contraditórias de algumas pessoas hoje, Jesus cumpriu o Velho Testamento e introduziu o Novo Testamento, uma aliança superior que oferece a salvação aos homens perdidos. Aquela lei, com seu sacerdócio inferior e seus sacrifícios ineficazes, “nunca aperfeiçoou coisa alguma” (7:19). Mas Jesus Cristo é o “Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas” (8:6).
Hebreus é um livro prático
A lém de seu grande valor em termos de doutrinas importantes sobre Jesus e seu trabalho na redenção do homem, o livro de Hebreus contém muito ensinamento prático e de fácil aplicação nas nossas vidas. Observe alguns dos ensinamentos que são encontrados no decorrer deste livro:
● Como evitar desvios da fé
Uma das características desta epístola são os desvios sobre o perigo de desviar. Várias vezes, o autor muda de assunto, deixando seus temas principais, para avisar os leitores do perigo da apostasia. Ele adverte sobre o risco de negligenciar a palavra que Jesus e os apóstolos revelaram (2:1-4). Em outro trecho, fala do perigo de se tornar incrédulo e não alcançar o descanso eterno (3:7-4:11). Em outras passagens, ele repreende os cristãos que não cresciam como deviam e fala da conseqüência de voltar ao pecado (5:11 - 6:12; 10:23-31). Os grandes exemplos da fé no capítulo 11 servem para nos ajudar nas provações (12:1-3). Deus disciplina seus filhos amados para ajudá-los a alcançar a paz e a santificação (12:4-17).
● Como cristãos devem se comportar
Muitas das cartas do Novo Testamento incluem, depois de seus ensinamentos doutrinários, trechos de orientações práticas para os discípulos de Cristo. O último capítulo de Hebreus apresenta, de maneira resumida, vários conselhos importantes. Este capítulo fala sobre relações entre irmãos, frisando o amor fraternal e a hospitalidade (13:1-3). Fala sobre a pureza do casamento em contraste com as relações ilícitas condenadas pelo Senhor (13:4). Incentiva os servos de Deus a confiarem nele, evitando a avareza e a confiança em coisas materiais (13:5-6). Para evitar doutrinas falsas e não abandonar Cristo, ele oferece a ajuda de guias – exemplos dos fiéis que já morreram (13:7) e a orientação de servos vivos (13:17). Mas os guias ajudam somente quando eles nos mostram constantemente a superioridade de Cristo, que se sacrificou por nós. Os sacrifícios do nosso louvor e serviço são aceitos por causa do sacrifício dele (13:8-16). É por Jesus, o grande Pastor, que podemos ser aperfeiçoados para agradar a Deus (13:20-21).
Alguns fatos sobre o livro de Hebreus
Os próximos artigos desta série darão ênfase ao conteúdo da carta aos Hebreus. Nesta introdução, observaremos alguns fatos gerais sobre o livro.
● O autor não se identifica
Há várias especulações sobre a autoria do livro de Hebreus, mas não temos informações suficientes para identificar o autor. O autor não se identificou por nome no livro. Vários livros da Bíblia não incluem os nomes dos seus autores, mas foram reconhecidos e circulados entre os servos de Deus desde a antigüidade. O que importa para nós não é o nome da pessoa que escreveu, mas a mensagem do livro que vem do Senhor para nos instruir.
● Data aproximada do livro
Considerando as evidências internas, é provável que Hebreus tenha sido escrito nos anos 60 d.C. Ele trata de uma questão que perturbava várias igrejas já nas primeiras décadas depois da morte de Jesus – a relação entre o evangelho de Cristo e a lei do Velho Testamento. Já havia passado tempo suficiente para alguns dos primeiros discípulos terem morrido (13:7). Os próprios destinatários da carta já tinham algum tempo de conversão (10:32-35; 5:12). Algumas referências indicam que o templo em Jerusalém ainda existia quando o autor mandou esta carta – ele fala dos sacrifícios que ainda estavam sendo oferecidos (10:1-3) e diz que o primeiro sistema estava “prestes a desaparecer” (8:13). O templo foi destruído pelos romanos em 70 d.C. As saudações no final do livro citam o nome de Timóteo, dizendo que ele foi posto em liberdade (13:23). Timóteo trabalhou com Paulo e com outros cristãos a partir da segunda viagem de Paulo (Atos 16:1-3).
Independente do nome do autor e da data de sua composição, o livro de Hebreus permanece como uma mensagem rica e prática, valiosa para todas as pessoas que querem agradar a Deus.
–por Dennis Allan
Jesus Cristo é Superior!
Embarcamos agora em uma das viagens mais fascinantes no estudo da Bíblia. A carta aos cristãos hebreus é um dos livros mais ricos do Novo Testamento. O autor deste livro apresenta e defende uma série de temas importantes, focalizando a superioridade de Jesus Cristo.
Durante o nosso estudo de Hebreus, veremos a posição exaltada de Jesus destacada de várias maneiras. Considere na próxima página a lista de algumas das afirmações deste livro sobre a grandeza de Cristo.
Hebreus nos convida a adorar o Senhor Jesus. Sua primazia e divindade são motivos para todas as criaturas lhe darem louvor. Deus manda que os anjos adorem a Jesus, e apresenta seu Filho de um modo que todos devem admirá-lo. Jesus Cristo é Deus, como o salmista disse “acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre” (1:8; compare Salmo 45:6).
Esta carta enfatiza a posição de Jesus como nosso Sumo Sacerdote. Nesta capacidade, ele entrou a nosso favor na presença do Pai, onde permanece até hoje. Por meio dele, podemos nos aproximar do trono da graça com a confiança e esperança, sabendo que ele vive para nos ajudar na caminhada para a eternidade.
O livro destaca, também, a eficácia do único sacrifício perfeito pelos pecados – o próprio Jesus Cristo. O autor mostra que os sacrifícios anteriores não resolveram o problema do pecado, “porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados” (10:4). O único sacrifício capaz de remover pecados é o próprio Cristo, que se ofereceu “uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos” (9:28).
Jesus, como Rei eterno, Sumo Sacerdote para sempre e sacrifício perfeito, se tornou Mediador de uma nova e superior aliança. Veremos nestes estudos que, apesar das doutrinas contraditórias de algumas pessoas hoje, Jesus cumpriu o Velho Testamento e introduziu o Novo Testamento, uma aliança superior que oferece a salvação aos homens perdidos. Aquela lei, com seu sacerdócio inferior e seus sacrifícios ineficazes, “nunca aperfeiçoou coisa alguma” (7:19). Mas Jesus Cristo é o “Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas” (8:6).
Hebreus é um livro prático sacrifício perfeito, se tornou Mediador de uma nova e superior aliança. Veremos nestes estudos que, apesar das doutrinas contraditórias de algumas pessoas hoje, Jesus cumpriu o Velho Testamento e introduziu o Novo Testamento, uma aliança superior que oferece a salvação aos homens perdidos. Aquela lei, com seu sacerdócio inferior e seus sacrifícios ineficazes, “nunca aperfeiçoou coisa alguma” (7:19). Mas Jesus Cristo é o “Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas” (8:6).
Hebreus é um livro prático
A lém de seu grande valor em termos de doutrinas importantes sobre Jesus e seu trabalho na redenção do homem, o livro de Hebreus contém muito ensinamento prático e de fácil aplicação nas nossas vidas. Observe alguns dos ensinamentos que são encontrados no decorrer deste livro:
● Como evitar desvios da fé
Uma das características desta epístola são os desvios sobre o perigo de desviar. Várias vezes, o autor muda de assunto, deixando seus temas principais, para avisar os leitores do perigo da apostasia. Ele adverte sobre o risco de negligenciar a palavra que Jesus e os apóstolos revelaram (2:1-4). Em outro trecho, fala do perigo de se tornar incrédulo e não alcançar o descanso eterno (3:7-4:11). Em outras passagens, ele repreende os cristãos que não cresciam como deviam e fala da conseqüência de voltar ao pecado (5:11 - 6:12; 10:23-31). Os grandes exemplos da fé no capítulo 11 servem para nos ajudar nas provações (12:1-3). Deus disciplina seus filhos amados para ajudá-los a alcançar a paz e a santificação (12:4-17).
● Como cristãos devem se comportar
Muitas das cartas do Novo Testamento incluem, depois de seus ensinamentos doutrinários, trechos de orientações práticas para os discípulos de Cristo. O último capítulo de Hebreus apresenta, de maneira resumida, vários conselhos importantes. Este capítulo fala sobre relações entre irmãos, frisando o amor fraternal e a hospitalidade (13:1-3). Fala sobre a pureza do casamento em contraste com as relações ilícitas condenadas pelo Senhor (13:4). Incentiva os servos de Deus a confiarem nele, evitando a avareza e a confiança em coisas materiais (13:5-6). Para evitar doutrinas falsas e não abandonar Cristo, ele oferece a ajuda de guias – exemplos dos fiéis que já morreram (13:7) e a orientação de servos vivos (13:17). Mas os guias ajudam somente quando eles nos mostram constantemente a superioridade de Cristo, que se sacrificou por nós. Os sacrifícios do nosso louvor e serviço são aceitos por causa do sacrifício dele (13:8-16). É por Jesus, o grande Pastor, que podemos ser aperfeiçoados para agradar a Deus (13:20-21).
Alguns fatos sobre o livro de Hebreus
Os próximos artigos desta série darão ênfase ao conteúdo da carta aos Hebreus. Nesta introdução, observaremos alguns fatos gerais sobre o livro.
● O autor não se identifica
Há várias especulações sobre a autoria do livro de Hebreus, mas não temos informações suficientes para identificar o autor. O autor não se identificou por nome no livro. Vários livros da Bíblia não incluem os nomes dos seus autores, mas foram reconhecidos e circulados entre os servos de Deus desde a antigüidade. O que importa para nós não é o nome da pessoa que escreveu, mas a mensagem do livro que vem do Senhor para nos instruir.
● Data aproximada do livro
Considerando as evidências internas, é provável que Hebreus tenha sido escrito nos anos 60 d.C. Ele trata de uma questão que perturbava várias igrejas já nas primeiras décadas depois da morte de Jesus – a relação entre o evangelho de Cristo e a lei do Velho Testamento. Já havia passado tempo suficiente para alguns dos primeiros discípulos terem morrido (13:7). Os próprios destinatários da carta já tinham algum tempo de conversão (10:32-35; 5:12). Algumas referências indicam que o templo em Jerusalém ainda existia quando o autor mandou esta carta – ele fala dos sacrifícios que ainda estavam sendo oferecidos (10:1-3) e diz que o primeiro sistema estava “prestes a desaparecer” (8:13). O templo foi destruído pelos romanos em 70 d.C. As saudações no final do livro citam o nome de Timóteo, dizendo que ele foi posto em liberdade (13:23). Timóteo trabalhou com Paulo e com outros cristãos a partir da segunda viagem de Paulo (Atos 16:1-3).
Independente do nome do autor e da data de sua composição, o livro de Hebreus permanece como uma mensagem rica e prática, valiosa para todas as pessoas que querem agradar a Deus.
–por Dennis Allan
AIDS
Sinônimos:
SIDA, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.
O que é?
Doença infecciosa causada pelo vírus da imunodeficiência humana, que leva a uma perda da imunidade progressiva resultando em infecções graves, tumores malignos e manifestações causadas pelo próprio vírus.
Como se adquire?
A contaminação acontece através:
de relações sexuais,
do uso de droga injetável onde se dividem seringas com sangue contaminado,
de transfusões de sangue, durante a gravidez ou pelo leite materno,
da doação de órgãos ou sêmen infectado,
da inseminação artificial e
da exposição a material contaminado entre trabalhadores da área de saúde.
O período de incubação varia de semanas a meses. Em geral em até um ano já surgem alguns sintomas da doença.
O que se sente?
A evolução da doença pode ser dividida em três fases:
Infecção aguda:
surge algumas semanas após a contaminação, com febre, calafrios, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares pelo corpo, ínguas e manchas na pele que desaparecem após alguns dias;
Infecção assintomática:
tem duração variável, de meses a anos;
Doença sintomática:
manifestação mais grave da doença, onde a pessoa vai perdendo sua imunidade e vão surgindo doenças oportunistas, tumores raros e formas graves de doenças tropicais no Brasil.
Como se faz o diagnóstico?
São feitos exames de sangue específicos para a detecção do vírus ou de seus anticorpos.
O aparecimento de anticorpos detectáveis por exames de sangue ocorre num período de seis a 12 semanas da infecção inicial.
Como se trata?
Nos últimos anos foram obtidos grandes avanços no conhecimento da infecção pelo HIV: várias drogas foram desenvolvidas e se mostraram eficazes para o controle da doença, diminuindo sua progressão e levando a uma diminuição das doenças oportunistas, a uma melhora na qualidade de vida e, principalmente, numa maior sobrevida.
Cabe ressaltar que ainda nenhuma droga pode erradicar a doença, mas sim, controlá-la e isso só é possível se o paciente estiver tomando todas as medicações.
O abandono de tratamento e o uso incorreto das medicações são os maiores causadores do elevado número de óbitos.
Como se previne?
O mais importante é a informação e educação visando a prática de sexo seguro, diminuindo o número de parceiros e incentivando o uso de preservativos.
Todo o sangue para ser transfundido deve ser obrigatoriamente testado e a exclusão de doadores de risco aumenta a segurança da transfusão.
Quem usa droga injetável deve lavar a seringa com água sanitária e água corrente após outra pessoa ter usado.
Instrumentos cirúrgicos devem ser desinfectados e esterilizados e os materiais descartáveis devem ser acondicionados em caixas apropriadas para evitar acidentes.
O HIV é muito sensível aos métodos de desinfecção e esterilização e é inativado por produtos químicos específicos e pelo calor, mas não por irradiação ou raios gama.
A transmissão de gestantes para seus filhos é muito diminuída com o uso de medicação anti-retroviral.
SIDA, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.
O que é?
Doença infecciosa causada pelo vírus da imunodeficiência humana, que leva a uma perda da imunidade progressiva resultando em infecções graves, tumores malignos e manifestações causadas pelo próprio vírus.
Como se adquire?
A contaminação acontece através:
de relações sexuais,
do uso de droga injetável onde se dividem seringas com sangue contaminado,
de transfusões de sangue, durante a gravidez ou pelo leite materno,
da doação de órgãos ou sêmen infectado,
da inseminação artificial e
da exposição a material contaminado entre trabalhadores da área de saúde.
O período de incubação varia de semanas a meses. Em geral em até um ano já surgem alguns sintomas da doença.
O que se sente?
A evolução da doença pode ser dividida em três fases:
Infecção aguda:
surge algumas semanas após a contaminação, com febre, calafrios, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares pelo corpo, ínguas e manchas na pele que desaparecem após alguns dias;
Infecção assintomática:
tem duração variável, de meses a anos;
Doença sintomática:
manifestação mais grave da doença, onde a pessoa vai perdendo sua imunidade e vão surgindo doenças oportunistas, tumores raros e formas graves de doenças tropicais no Brasil.
Como se faz o diagnóstico?
São feitos exames de sangue específicos para a detecção do vírus ou de seus anticorpos.
O aparecimento de anticorpos detectáveis por exames de sangue ocorre num período de seis a 12 semanas da infecção inicial.
Como se trata?
Nos últimos anos foram obtidos grandes avanços no conhecimento da infecção pelo HIV: várias drogas foram desenvolvidas e se mostraram eficazes para o controle da doença, diminuindo sua progressão e levando a uma diminuição das doenças oportunistas, a uma melhora na qualidade de vida e, principalmente, numa maior sobrevida.
Cabe ressaltar que ainda nenhuma droga pode erradicar a doença, mas sim, controlá-la e isso só é possível se o paciente estiver tomando todas as medicações.
O abandono de tratamento e o uso incorreto das medicações são os maiores causadores do elevado número de óbitos.
Como se previne?
O mais importante é a informação e educação visando a prática de sexo seguro, diminuindo o número de parceiros e incentivando o uso de preservativos.
Todo o sangue para ser transfundido deve ser obrigatoriamente testado e a exclusão de doadores de risco aumenta a segurança da transfusão.
Quem usa droga injetável deve lavar a seringa com água sanitária e água corrente após outra pessoa ter usado.
Instrumentos cirúrgicos devem ser desinfectados e esterilizados e os materiais descartáveis devem ser acondicionados em caixas apropriadas para evitar acidentes.
O HIV é muito sensível aos métodos de desinfecção e esterilização e é inativado por produtos químicos específicos e pelo calor, mas não por irradiação ou raios gama.
A transmissão de gestantes para seus filhos é muito diminuída com o uso de medicação anti-retroviral.
DEPRESSÃO

Sinônimos e nomes relacionados:
Transtorno depressivo, depressão maior, depressão unipolar, incluindo ainda tipos diferenciados de depressão, como depressão grave, depressão psicótica, depressão atípica, depressão endógena, melancolia, depressão sazonal.
O que é a depressão?
Depressão é uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza. Todas as pessoas, homens e mulheres, de qualquer faixa etária, podem ser atingidas, porém mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens. Em crianças e idosos a doença tem características particulares, sendo a sua ocorrência em ambos os grupos também freqüente.
Como se desenvolve a depressão?
Na depressão como doença (transtorno depressivo), nem sempre é possível haver clareza sobre quais acontecimentos da vida levaram a pessoa a ficar deprimida, diferentemente das reações depressivas normais e das reações de ajustamento depressivo, nas quais é possível localizar o evento desencadeador.
As causas de depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Deve-se a questões constitucionais da pessoa, com fatores genéticos e neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos, como:
Estresse
Estilo de vida
Acontecimentos vitais, tais como crises e separações conjugais, morte na família, climatério, crise da meia-idade, entre outros.
Como se diagnostica a depressão?
Na depressão a intensidade do sofrimento é intensa, durando a maior parte do dia por pelo menos duas semanas, nem sempre sendo possível saber porque a pessoa está assim. O mais importante é saber como a pessoa sente-se, como ela continua organizando a sua vida (trabalho, cuidados domésticos, cuidados pessoais com higiene, alimentação, vestuário) e como ela está se relacionando com outras pessoas, a fim de se diagnosticar a doença e se iniciar um tratamento médico eficaz.
O que sente a pessoa deprimida?
Freqüentemente o indivíduo deprimido sente-se triste e desesperançado, desanimado, abatido ou " na fossa ", com " baixo-astral ". Muitas pessoas com depressão, contudo, negam a existência de tais sentimentos, que podem aparecer de outras maneiras, como por um sentimento de raiva persistente, ataques de ira ou tentativas constantes de culpar os outros, ou mesmo ainda com inúmeras dores pelo corpo, sem outras causas médicas que as justifiquem. Pode ocorrer também uma perda de interesse por atividades que antes eram capazes de dar prazer à pessoa, como atividades recreativas, passatempos, encontros sociais e prática de esportes. Tais eventos deixam de ser agradáveis. Geralmente o sono e a alimentação estão também alterados, podendo haver diminuição do apetite, ou mesmo o oposto, seu aumento, havendo perda ou ganho de peso. Em relação ao sono pode ocorrer insônia, com a pessoa tendo dificuldade para começar a dormir, ou acordando no meio da noite ou mesmo mais cedo que o seu habitual, não conseguindo voltar a dormir. São comuns ainda a sensação de diminuição de energia, cansaço e fadiga, injustificáveis por algum outro problema físico.
Como é o pensamento da pessoa deprimida?
Pensamentos que freqüentemente ocorrem com as pessoas deprimidas são os de se sentirem sem valor, culpando-se em demasia, sentindo-se fracassadas até por acontecimentos do passado. Muitas vezes questões comuns do dia-a-dia deixam os indivíduos com tais pensamentos. Muitas pessoas podem ter ainda dificuldade em pensar, sentindo-se com falhas para concentrar-se ou para tomar decisões antes corriqueiras, sentindo-se incapazes de tomá-las ou exagerando os efeitos "catastróficos" de suas possíveis decisões erradas.
Pensamentos de morte ou tentativas de suicídio
Freqüentemente a pessoa pode pensar muito em morte, em outras pessoas que já morreram, ou na sua própria morte. Muitas vezes há um desejo suicida, às vezes com tentativas de se matar, achando ser esta a " única saída " ou para " se livrar " do sofrimento, sentimentos estes provocados pela própria depressão, que fazem a pessoa culpar-se, sentir-se inútil ou um peso para os outros. Esse aspecto faz com que a depressão seja uma das principais causas de suicídio, principalmente em pessoas deprimidas que vivem solitariamente. É bom lembrar que a própria tendência a isolar-se é uma conseqüência da depressão, a qual gera um ciclo vicioso depressivo que resulta na perda da esperança em melhorar naquelas pessoas que não iniciam um tratamento médico adequado.
Sentimentos que afetam a vida diária e os relacionamentos pessoais
Freqüentemente a depressão pode afetar o dia-a-dia da pessoa. Muitas vezes é difícil iniciar o dia, pelo desânimo e pela tristeza ao acordar. Assim, cuidar das tarefas habituais pode tornar-se um peso: trabalhar, dedicar-se a uma outra pessoa, cuidar de filhos, entre outros afazeres podem tornar-se apenas obrigações penosas, ou mesmo impraticáveis, dependendo da gravidade dos sintomas. Dessa forma, o relacionamento com outras pessoas pode tornar-se prejudicado: dificuldades conjugais podem acentuar-se, inclusive com a diminuição do desejo sexual; desinteresse por amizades e por convívio social podem fazer o indivíduo tender a se isolar, até mesmo dificultando a busca de ajuda médica.
Como se trata a depressão?
A depressão é uma doença reversível, ou seja, há cura completa se tratada adequadamente. O tratamento médico sempre se faz necessário, sendo o tipo de tratamento relacionado ao perfil de cada paciente. Pode haver depressões leves, com poucos aspectos dos problemas mostrados anteriormente e com pouco prejuízo sobre as atividades da vida diária. Nesses casos, o acompanhamento médico é fundamental, mas o tratamento pode ser apenas psicoterápico.
Pode haver também casos de depressões bem mais graves, com maior prejuízo sobre o dia-a-dia do indivíduo, podendo ocorrer também sintomas psicóticos (como delírios e alucinações) e ideação ou tentativas de suicídio. Nessa situação, o tratamento medicamentoso se faz obrigatório, além do acompanhamento psicoterápico.
Os medicamentos utilizados são os antidepressivos, medicações que não causam “dependência”, são bem toleradas e seguras se prescritas e acompanhadas pelo médico. Em alguns casos faz-se necessário associar outras medicações, que podem variar de acordo com os sintomas apresentados (ansiolíticos, antipsicóticos).
Colaboradoras
Dra. Alice Sibile Koch
Dra. Dayane Diomário da Rosa
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Quem tem vocação para liderança?
Como ninguém é de ferro, até os gestores têm direito a um merecido período de descanso, ou seja, as tão esperadas férias. Caso contrário, em pouco tempo a liderança entrará em um estágio de automação e não deixará mais suas competências aflorarem. O resultado será sentido, logicamente, na performance da equipe. Mas, quando o líder está ausente, quem deve substituí-lo durante sua ausência? Qualquer um é capaz de assumir essa responsabilidade e tomar conduzir o leme junto aos demais colegas de trabalho? Certamente que não, pois alguém despreparado à frente da gestão de vários profissionais pode gerar uma grande confusão. E quando a liderança retornar, no mínimo, terá uma grande dor de cabeça. Mas, como saber que está apto a conduzir os trabalhos do líder? Algumas sugestões simples podem ajudar vários gestores que nesse momento, preparam-se para descansar e não sabem para quem delegar a responsabilidade de substituí-lo em sua ausência.
1 - Um verdadeiro gestor sempre tem em mente que a condução da sua equipe pode precisar de um substituto, seja porque ele precisará entrar em período de férias, ausentar-se para cuidar da saúde ou mesmo viajar para participar de um treinamento, um congresso, por exemplo. Isso leva o bom senso a falar mais alto e faz com que o gestor fique atento a quem tem aquele diferencial de liderar. Ou seja, o colaborador que tem empatia com os demais colegas e sempre toma a iniciativa de auxiliar os demais no dia a dia.
2 - Quem substitui o gestor deve conhecer bem o andamento dos trabalhos do setor, ou seja, precisa estar sintonizado com o que ocorre na rotina do departamento.
3 - Um líder em potencial tem uma característica muito valorizada pelo mercado: a capacidade de lidar com situações inesperadas. Mesmo que o problema não seja solucionado imediatamente, uma atitude tomada no momento certo faz com que a equipe mantenha-se equilibrada para encontrar a alternativa eficaz para sanar o problema.
4 - Sempre que possível, o líder deve conversar com os membros de sua equipe, preferencialmente, em particular. Não precisa ser uma reunião formal, mas durante aquela parada para o cafezinho o gestor pode "pescar" o interesse do profissional em futuramente tornar-se um gestor de pessoas.
5 - Você quer me substituir na minha ausência? Essa pergunta deve ser feita a quem o gestor pretende delegar a responsabilidade de substituí-lo temporariamente. Muitas vezes, o profissional destaca-se em suas atividades. Contudo, quando precisa gerir seus pares não se sente à vontade e sua performance fica aquém do esperado.
6 - Outra forma de identificar se alguém tem tendência a ser líder surge durante a avaliação de desempenho. Esse recurso permite que sejam identificadas competências essências para quem um dia estará diante da condução de uma equipe.
7 - Também é importante que o profissional tenha um bom entrosamento com os demais pares. Não se conduz bem uma equipe, se as pessoas não veem o "gestor temporário" com "bons olhos.
8 - Quando a liderança está à procura do seu substituto, deve considerar o comportamento do mesmo diante de situações específicas. Por exemplo: supondo que o possível substituto realizou um bom trabalho e seu líder faz um elogio ao seu desempenho. Se o colaborador aproveita a situação para se "colocar" acima dos demais colegas de trabalho e deixa a vaidade tomar conta dele, é melhor pensar em outra pessoa para assumir o papel de líder.
9 - Se o colaborador nunca conduziu uma equipe e recebe o convite para substituir seu líder por um período determinado, é bom que ele conte com algum o apoio de outro gestor. Esse profissional a quem ele poderá recorrer servirá como mentor, caso haja necessidade.
10 - Faltam poucos dias para as férias chegarem e é natural que a liderança tome determinadas ações para deixar a "casa" em ordem. Nos dias que antecedem à sua ausência temporária, o líder deve convidar o substituto para acompanhá-lo nas suas atividades diárias. Isso permitirá que o "gestor substituto" tire dúvidas e se ambiente à rotina que terá brevemente.
Patrícia Bispo
Formada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.
1 - Um verdadeiro gestor sempre tem em mente que a condução da sua equipe pode precisar de um substituto, seja porque ele precisará entrar em período de férias, ausentar-se para cuidar da saúde ou mesmo viajar para participar de um treinamento, um congresso, por exemplo. Isso leva o bom senso a falar mais alto e faz com que o gestor fique atento a quem tem aquele diferencial de liderar. Ou seja, o colaborador que tem empatia com os demais colegas e sempre toma a iniciativa de auxiliar os demais no dia a dia.
2 - Quem substitui o gestor deve conhecer bem o andamento dos trabalhos do setor, ou seja, precisa estar sintonizado com o que ocorre na rotina do departamento.
3 - Um líder em potencial tem uma característica muito valorizada pelo mercado: a capacidade de lidar com situações inesperadas. Mesmo que o problema não seja solucionado imediatamente, uma atitude tomada no momento certo faz com que a equipe mantenha-se equilibrada para encontrar a alternativa eficaz para sanar o problema.
4 - Sempre que possível, o líder deve conversar com os membros de sua equipe, preferencialmente, em particular. Não precisa ser uma reunião formal, mas durante aquela parada para o cafezinho o gestor pode "pescar" o interesse do profissional em futuramente tornar-se um gestor de pessoas.
5 - Você quer me substituir na minha ausência? Essa pergunta deve ser feita a quem o gestor pretende delegar a responsabilidade de substituí-lo temporariamente. Muitas vezes, o profissional destaca-se em suas atividades. Contudo, quando precisa gerir seus pares não se sente à vontade e sua performance fica aquém do esperado.
6 - Outra forma de identificar se alguém tem tendência a ser líder surge durante a avaliação de desempenho. Esse recurso permite que sejam identificadas competências essências para quem um dia estará diante da condução de uma equipe.
7 - Também é importante que o profissional tenha um bom entrosamento com os demais pares. Não se conduz bem uma equipe, se as pessoas não veem o "gestor temporário" com "bons olhos.
8 - Quando a liderança está à procura do seu substituto, deve considerar o comportamento do mesmo diante de situações específicas. Por exemplo: supondo que o possível substituto realizou um bom trabalho e seu líder faz um elogio ao seu desempenho. Se o colaborador aproveita a situação para se "colocar" acima dos demais colegas de trabalho e deixa a vaidade tomar conta dele, é melhor pensar em outra pessoa para assumir o papel de líder.
9 - Se o colaborador nunca conduziu uma equipe e recebe o convite para substituir seu líder por um período determinado, é bom que ele conte com algum o apoio de outro gestor. Esse profissional a quem ele poderá recorrer servirá como mentor, caso haja necessidade.
10 - Faltam poucos dias para as férias chegarem e é natural que a liderança tome determinadas ações para deixar a "casa" em ordem. Nos dias que antecedem à sua ausência temporária, o líder deve convidar o substituto para acompanhá-lo nas suas atividades diárias. Isso permitirá que o "gestor substituto" tire dúvidas e se ambiente à rotina que terá brevemente.
Patrícia Bispo
Formada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
[4 FATOS DA BÍBLIA QUE VOCÊ TERÁ QUE ENFRENTAR]

[4 FATOS DA BÍBLIA QUE VOCÊ TERÁ QUE ENFRENTAR
A VIDA É CURTA
“Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.” (Tg 4:14 ACF)
A MORTE É CERTA
“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo,” (Hb 9:27 ACF)
“E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.” (Ap 20:15 ACF)
A CAUSA É O PECADO
“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” (Rm 5:12 ACF)
CRISTO É A CURA
“A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” (Rm 10:9 ACF)
“Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.” (Rm 10:10 ACF)
“Porque todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo.” (Rm 10:13 ACF)
Earl Wafford
Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).
(Copie e distribua ampla mas gratuitamente, mantendo o nome do autor e pondo link para esta página de http://solascriptura-tt.org)
(retorne a http://solascriptura-tt.org/ Sermoes/
retorne a http:// solascriptura-tt.org/ )
Ídolos - os de ontem e os de hoje PDF Versão para impressão Enviar por E-mail Escrito por Pedro Marques Sexta, 11 Dezembro 2009 16:00

Para preparar esta mensagem, realizei um mini-questionário a estudantes universitários, sobre:
Que Ídolos identificas no teu meio académico?
Respostas de estudantes universitários:
Marta (Lisboa): a própria tradição de praxe - estudante de Ciências
Gabi (Coimbra): Acho que os maiores "ídolos" da actualidade e em especial na comunidade de jovens universitários são os vícios tais como sexo drogas e álcool. Em termos de relacionamentos os jovens procuram algo mas não sabem muito bem para quê! É dar até onde deu e isso só tem dois desfechos: ou segue para o próximo passo (casamento) ou, na maioria das vezes, acaba, simplesmente porque "o amor desapareceu" ou "faltava qualquer coisa" ou até mesmo com consequências por vezes drásticas (desgostos amorosos e afins). A busca de satisfação pessoal acaba muitas vezes em dor/depressão/frustração após o clímax de uma relação efémera.
Quanto a álcool e drogas e afins, estas constituem o requerimento base de quase todas as saídas com o pessoal. O genuíno convívio já quase passou à história e "o corpo é que paga". Honestamente acho que os jovens não pensam "para que é que eu estou a fazer isto" e aqueles que o fazem não se apercebem do quão ilógico é a ingestão excessiva ou simplesmente ingestão no caso das drogas. "Qual é a piada de se embebedar ou ficar dependente de drogas? Não se está muito melhor lúcido no convívio com os amigos e ainda sem efeitos negativos para o corpo?"... à parte disto fica-nos a ideia do mote "maria vai com as outras" de que "se não fazes não és in".
Nuno (Lisboa):
1. O próprio curso - sacrificamos tempo que seria passado entre familiares, amigos e com Deus (estudo da Palavra, oração, trabalho na igreja) em prol dele;
2. A aceitação pelos colegas - sacrificamos o nosso bom testemunho de fé em festas académicas 'adultolescentes' e por vezes ocultamos de todo o Evangelho para cairmos nas boas graças de quem privamos de conhecer a Graça, quer nos momentos de convívio, quer quando desperdiçamos a hipótese de defender a fé ou oferecer a perspectiva cristã de dado assunto na sala de aula, quando apropriado;
3. A conformidade com o modelo educativo - sacrificamos a oportunidade de desafiarmos uma abordagem educativa competitiva (como quem vive segundo a Lei e obedece somente, e para seu ganho) com uma graciosa (de aprender pelo fim de aprender e na esperança de poder servir/dar/providenciar as classes sociais distas do meio académico).
Tânia (Lisboa) - Olá. Provavelmente há muitos. (Graças a Deus, o meu tempo de vida académica foi oportunidade de conhecer a Redenção, de abraçar a fé em Jesus que me chamava).
Assim de repente, lembro-me destes: 1) independência exagerada e confiança exagerada em si mesmo ("Aqui é cada um por si"; "Eu não preciso de ajuda nunca, porque eu sou capaz de tudo");
2) materialismo, quer como visão filosófica ("só o que é material e mensurável é que existe"), quer como desejo de bens materiais;
3) o curso em si mesmo como se fosse o definidor da nossa identidade sem mais nada (é uma forma de esconder de nós que somos chamados a ser mais que simples engenheiros, médicos, professores ou seja o que for: somos chamados por Ele para sermos Seus filhos). Há-de haver mais...
Iremos acompanhar duas personagens da história:
Da história bíblica: O Príncipe Rico
Da história mais recente: William Wilberforce - (24 Agosto 1759 - 29 Julho 1833) - foi o protagonista da abolição da escravatura no Império Britânico. Foi um político inglês, que se converteu a Cristo, e abraçou durante vários a luta política pela abolição da escravatura, tendo travado combates muito duros com um dos poderes mais fortes da época: o lobby favorável à escravatura (já vinha desde 1562 o comércio de escravos).
Wilberforce caminha na descoberta da sua vocação. Parece uma criança, deleitando-se com a natureza e com Deus, na sua simplicidade. Tal como Jesus ensinou, temos que receber o Reino de Deus como uma criança.
Lucas 18:15-30
Jesus era uma pessoa controversa; onde quer que fosse, ele provocava, perturbava as pessoas e causava desconforto.
Neste texto, Ele perturba os discípulos com associações a crianças.
Jesus era uma pessoa importante e os discípulos esperavam que ele fizesse uma associação a alguém importante, que contribuísse para a sociedade.
As crianças ainda não contribuíam para a sociedade e os discípulos admoestam Jesus por ele perder tempo com as crianças.
"A não ser que se queiram tornar uns "Zés Ninguéns" como as crianças, não podem entrar no reino de Deus", foi o que Jesus lhes quis ensinar. Para sermos Alguém diante de Deus temos que primeiro ser "ninguém", despirmo-nos dos nossos justificativos diante de Deus, pois todos pecámos.
As crianças não têm posses materiais, qualificações académicas, status, nada! Jesus disse: "vocês não podem ser meus discípulos se não estiverem preparados para ser tratados como ninguém, porque o Reino de Deus é para os que são como crianças".
V.18: Um chefe religioso, com status, com valor, um político em ascensão, vai ter com Jesus e pergunta-lhe o que pode fazer para ser salvo. Jesus tinha acabado de falar de receber o Reino de Deus como uma criança e agora temos um homem que quer saber como comprar, acha-se uma pessoa boa e resolve ir ter com outro homem bom para saber o que mais pode fazer. Jesus detém-no e fá-lo pensar nas suas palavras, "Bom mestre?".
Lucas diz que por causa do apego às suas riquezas ele foi embora. Apesar de todo o seu amor e sinceridade, a sua riqueza afastou-o do lugar de Deus. Será que ele cumpria mesmo os mandamentos?
Primeiro mandamento: Êxodo 20:2,3
2 Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egipto, da casa da servidão.
3 Não terás outros deuses diante de mim.
Jesus anda às voltas para lhe mostrar qual é o seu maior amor; as suas posses tomaram o lugar de Deus, esse era o seu maior amor.
Porque é que Jesus confronta este homem com a riqueza? Havia outros ricos que seguiam Jesus e não lhes foi pedido isso, pois usavam em favor da comunidade; mas aqui a riqueza está a impedir que ele tenha aquilo que está a pedir.
Sec.V - Sº Agostinho: "Todos nós estamos perante Deus com uma mão fechada em que Deus quer colocar o Seu amor e bondade", mas os nossos dedos estão cerrados à volta do que temos e alcançamos, empregos, etc. O processo de "abrir a mão" é muito doloroso (arrependimento).
Processo de formação de um Ídolo:
Os ídolos de madeira são muito fáceis de identificar, os difíceis estão na mente! Até a nossa concepção de Deus pode ser um ídolo: a oração mágica para manipular Deus e termos o que queremos.
Idolatria e injustiça social são dois lados da mesma moeda. Era verdade no passado e continua a ser verdade agora.
1 - Idolatria envolve um processo de sedução de algum aspecto da criação - algo nos atrai porque nos parece agradável, belo, socialmente valorizado, - um bom emprego, uma boa carreira, um bom salário, influência. etc. E parece-nos que podemos sempre controlar as situações. "Só vou até onde eu quero". "Quando quiser paro"; "só mais esta vez..."
2 - A idolatria envolve um Contrato com as "divindades": em troca dos sacrifícios devidos, os ídolos prometem dar riqueza, prosperidade, vitórias, e protecção do mal. Há uma experimentação inicial, que tem implícito um contrato.
3 - A idolatria culmina numa inversão de papeis - O estágio final da formação de um ídolo envolve uma mudança de papéis: o ídolo vai progressivamente controlando a vida dos adoradores, moldando-os à sua imagem. O que possuímos acaba por nos possuir a nós!
Consequências da idolatria
1 - Desumaniza-nos - Adorar algo que é inferior a nós próprios desumaniza-nos. Torna-nos em objectos em vez de pessoas.
2 - Abrimos espaço para os poderes das trevas - não estão interessados no indivíduo isolado apenas, mas em afectar e possuir as estruturas políticas, sociais, culturais, económicas, etc.
Quando os seres humanos adoram qualquer aspecto da criação (sexualidade, família, dinheiro, sucesso, etc), em lugar da adoração devida a Deus, atraem sobre si forças espirituais invisíveis, mas poderosas para escravizar.
3 - Acabamos por nos tornar escravos do que possuímos - Quando aquilo que foi criado por Deus para nós dominarmos e administrarmos começa a ser tratado como "Senhor", rapidamente se torna um tirano.
Se rendermos os nossos corações, tanto como indivíduos como um grupo, aos ídolos, tornamo-nos escravos de demónios. E esses demónios exigem sacrifícios humanos.
Desta forma, caminhamos para a destruição do ecossistema, para a eliminação dos membros mais frágeis da sociedade (aborto, eutanásia).
4 - Insegurança constante - Aqueles que adoram falsos deuses, para continuarem a assegurar o seu poder (seja secular ou religioso), vivem num constante clima de suspeição, insegurança e medo. O seu maior inimigo está dentro deles. O único antídoto eficaz é a visão Daquele que, tendo todo o poder nas suas mãos, se humilhou a si mesmo, abraçou o papel de Servo e desmascarou e depôs dos tronos os poderes e ídolos que querem tomar conta deste mundo.
Exemplo de vida de Wilberforce - Só com confissão se quebra o poder dos ídolos.
Aqui os discípulos estão chocados com a forma como Jesus fala com este homem.
Cada acto de conversão genuína é um milagre, especialmente dos que são ricos e poderosos, porque conversão é tornares-te em ninguém, identificares-te com os que são pobres, usar as tuas posses, educação, formação, a favor dos que não têm recursos, isso é conversão.
Pedro verbaliza: "e se deixarmos tudo para te seguir, qual é o nosso futuro?" promessa de Jesus: "Novas casas, novas famílias". Em Actos aqueles que foram rejeitados, são agora recebidos em novas famílias, a igreja é em si mesma, parte das Boas Novas, comunidade de partilha, para se ajudar mutuamente.
Conclusões
1 - Repensemos o significado de salvação, Reino de Deus e vida eterna
Reino de Deus é o governo de Deus entre nós através de Jesus, o futuro agora no mundo presente. O convite que o evangelho nos faz é de tomarmos parte desse novo mundo agora no mundo presente. É isso que é salvação, não é sobre irmos para o céu quando morrermos, mas da vontade de Deus aqui já na terra, agora; reconciliação de todas as coisas, todas as pessoas, trazer todas as coisas para debaixo do senhorio de Cristo. Não nos atrevamos a reduzi-lo a "salvação de almas".
Vida eterna é mais do que vida que dura para sempre. É uma nova qualidade de vida que toma forma no corpo de Jesus. Quer estejamos a falar de salvação ou vida eterna, estamos a falar deste significado.
2 - Repensamos o significado de amor: Marcos 10:21
"E Jesus, olhando para ele, o amou". Jesus amou-o e perturbou-o. Amor verdadeiro quer o melhor para o outro. Às vezes não queremos perturbar as pessoas porque temos medo de as perder. Embora digamos que as amamos, somos egoístas, pois temos medo do que vamos perder e não do que eles vão perder. Jesus estava disposto a arriscar esse relacionamento para ele tirar os ídolos da sua vida.
Ajudemos os nossos amigos não cristãos a conhecerem os substitutos de Deus na sua vida e pedir-lhes que também nos confrontem a nós. Eles podem ajudar-nos a ver se na nossa vida estamos a adorar outra coisa.
Que tipo de amigo queremos? Um simpático que nunca nos deixe ou um amigo que nos perturba?
Ídolos mais fortes dos nossos dias?
1 - Consumismo: como estilo de vida anestesiante, que nos aliena da realidade, nos entretem, mas não satisfaz.
Desde tenra idade somos expostos a publicidade, marcas, ainda antes de sabermos ler, e as pessoas já não estão a comprar bens, estão a comprar identidade.
Este vício compulsivo de comprar não é desafiado; tudo na sociedade se torna algo que se pode comprar. Consomem-se aulas, cadeiras, e quantas mais tivermos, mais queremos; já não vivemos para sermos críticos, cidadãos do mundo, para questionar as forças políticas, sociais, mas sim para obter dinheiro e consumirmos.
Chamamos prostituta a uma mulher que vende o seu corpo e consultor a um homem que vende o seu cérebro! Tornamo-nos nós também bens de consumo, a nossa vida tornou-se um bem de consumo; até parte dos nossos genes podem ser vendidos!
Somos avaliados pelo nosso "poder de compra".
Numa sociedade de consumo, os bens passam de moda e as pessoas têm medo de ficar ultrapassadas naquilo que têm, nas suas skills e nessa altura as suas vidas não vão ter significado. O tratamento do lixo é o maior desafio numa sociedade pós-moderna, tudo o que fazemos hoje está fora de moda amanhã.
A vida no mercado de trabalho, neste tipo de sociedade de consumo, é difícil, pois a confiança está desfeita e é difícil desenvolver sentido de comunidade.
A luta por se manter em forma torna-se também num vício.
Transformação do consumismo numa nova religião (um certo propósito)
Existem comunidades à volta duma marca, rituais a serem formados em todas as cidades, outdoors em vez de árvores; crianças e jovens passam o seu tempo livre no Centro Comercial porque é uma espécie de terapia que alivia o aborrecimento e falta de significado nas suas vidas.
A Religião também se comercializa: o louvor tornou-se entretenimento e avalia-se o louvor segundo o que sentimos; uma boa experiência de louvor não é sermos mais parecidos com Cristo, mas entretenimento para as pessoas; não nos melhora para que o coração de Deus se torne o nosso coração; e se não gostamos do louvor e da pregação, vamos a outras igrejas que ofereçam melhores serviços.
Consumismo: Este é o ídolo central na nossa sociedade, é mais do que obter bens.
Jesus no seu ministério fala mais sobre dinheiro do que qualquer outro assunto, à excepção do reino de Deus. Muitos preferem falar dos pecados associados à sexualidade mas não falam acerca da idolatria do poder porque é muito doloroso.
2 - A carreira profissional
Somos levados a pensar em percursos sempre ascendente de evolução profissional, o que nos leva a entrar numa competição entre colegas, minando assim as relações interpessoais nos locais de trabalho.
3- O desejo da Celebridade/Fama - Exemplo do programa Ídolos e outros programas de produção de celebridades. Os adolescentes e jovens são levados a um desejo de Fama que toma conta do seu dia-a-dia. São sujeitos a um stress emocional que pode deixar marcas profundas de rejeição e humilhação, como a de um sucesso prematuro, que os eleva num instante como a seguir os esquece, abrindo caminho para prováveis depressões.
Citação Jornal Público de 6 Novembro 2009 da Realizadora de Cinema Andrea Arnold a propósito das pessoas que concorrem aos concursos de talentos televisivos:
"Fico de coração destroçado quando vejo aquelas pessoas que vão aos concursos e são rejeitadas, que não são muito boas, não por elas não passarem, mas porque vêem esses programas como uma espécie de resposta para as suas vidas, um modo de encontrar contentamento ou felicidade. Aspirar à celebridade - é isso que me entristece. As pessoas acham que podem ter tudo o que quiserem - e não podem."
Questões para reflectir:
1. O que os nossos dedos da mão estão a agarrar?
2. Quais são os ídolos na nossa área académica e profissional, nos meus estudos/trabalho e como posso confrontá-los, expô-los?
Links com trailer do filme Amazing Grace:
http://www.youtube.com/watch?v=Q6Cv5P9H9qU
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