terça-feira, 12 de janeiro de 2010

JESUS TE AMA

"NUNCA DESISTA DE LUTAR, SEMPRE LEMBRE-SE QUE POR VOCÊ ELE DEU A SUA VIDA."

sábado, 9 de janeiro de 2010

[4 FATOS DA BÍBLIA QUE VOCÊ TERÁ QUE ENFRENTAR]


[4 FATOS DA BÍBLIA QUE VOCÊ TERÁ QUE ENFRENTAR

A VIDA É CURTA

“Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.” (Tg 4:14 ACF)

A MORTE É CERTA

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo,” (Hb 9:27 ACF)

“E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.” (Ap 20:15 ACF)

A CAUSA É O PECADO

“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” (Rm 5:12 ACF)

CRISTO É A CURA

“A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” (Rm 10:9 ACF)

“Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.” (Rm 10:10 ACF)

“Porque todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo.” (Rm 10:13 ACF)

Earl Wafford

Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).

(Copie e distribua ampla mas gratuitamente, mantendo o nome do autor e pondo link para esta página de http://solascriptura-tt.org)

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 Ídolos - os de ontem e os de hoje PDF Versão para impressão Enviar por E-mail Escrito por Pedro Marques Sexta, 11 Dezembro 2009 16:00


Para preparar esta mensagem, realizei um mini-questionário a estudantes universitários, sobre:


Que Ídolos identificas no teu meio académico?

Respostas de estudantes universitários:


Marta (Lisboa): a própria tradição de praxe - estudante de Ciências
Gabi (Coimbra): Acho que os maiores "ídolos" da actualidade e em especial na comunidade de jovens universitários são os vícios tais como sexo drogas e álcool. Em termos de relacionamentos os jovens procuram algo mas não sabem muito bem para quê! É dar até onde deu e isso só tem dois desfechos: ou segue para o próximo passo (casamento) ou, na maioria das vezes, acaba, simplesmente porque "o amor desapareceu" ou "faltava qualquer coisa" ou até mesmo com consequências por vezes drásticas (desgostos amorosos e afins). A busca de satisfação pessoal acaba muitas vezes em dor/depressão/frustração após o clímax de uma relação efémera.
Quanto a álcool e drogas e afins, estas constituem o requerimento base de quase todas as saídas com o pessoal. O genuíno convívio já quase passou à história e "o corpo é que paga". Honestamente acho que os jovens não pensam "para que é que eu estou a fazer isto" e aqueles que o fazem não se apercebem do quão ilógico é a ingestão excessiva ou simplesmente ingestão no caso das drogas. "Qual é a piada de se embebedar ou ficar dependente de drogas? Não se está muito melhor lúcido no convívio com os amigos e ainda sem efeitos negativos para o corpo?"... à parte disto fica-nos a ideia do mote "maria vai com as outras" de que "se não fazes não és in".

Nuno (Lisboa):
1. O próprio curso - sacrificamos tempo que seria passado entre familiares, amigos e com Deus (estudo da Palavra, oração, trabalho na igreja) em prol dele;
2. A aceitação pelos colegas - sacrificamos o nosso bom testemunho de fé em festas académicas 'adultolescentes' e por vezes ocultamos de todo o Evangelho para cairmos nas boas graças de quem privamos de conhecer a Graça, quer nos momentos de convívio, quer quando desperdiçamos a hipótese de defender a fé ou oferecer a perspectiva cristã de dado assunto na sala de aula, quando apropriado;
3. A conformidade com o modelo educativo - sacrificamos a oportunidade de desafiarmos uma abordagem educativa competitiva (como quem vive segundo a Lei e obedece somente, e para seu ganho) com uma graciosa (de aprender pelo fim de aprender e na esperança de poder servir/dar/providenciar as classes sociais distas do meio académico).

Tânia (Lisboa) - Olá. Provavelmente há muitos. (Graças a Deus, o meu tempo de vida académica foi oportunidade de conhecer a Redenção, de abraçar a fé em Jesus que me chamava).
Assim de repente, lembro-me destes: 1) independência exagerada e confiança exagerada em si mesmo ("Aqui é cada um por si"; "Eu não preciso de ajuda nunca, porque eu sou capaz de tudo");
2) materialismo, quer como visão filosófica ("só o que é material e mensurável é que existe"), quer como desejo de bens materiais;
3) o curso em si mesmo como se fosse o definidor da nossa identidade sem mais nada (é uma forma de esconder de nós que somos chamados a ser mais que simples engenheiros, médicos, professores ou seja o que for: somos chamados por Ele para sermos Seus filhos). Há-de haver mais...


Iremos acompanhar duas personagens da história:
Da história bíblica: O Príncipe Rico
Da história mais recente: William Wilberforce - (24 Agosto 1759 - 29 Julho 1833) - foi o protagonista da abolição da escravatura no Império Britânico. Foi um político inglês, que se converteu a Cristo, e abraçou durante vários a luta política pela abolição da escravatura, tendo travado combates muito duros com um dos poderes mais fortes da época: o lobby favorável à escravatura (já vinha desde 1562 o comércio de escravos).
Wilberforce caminha na descoberta da sua vocação. Parece uma criança, deleitando-se com a natureza e com Deus, na sua simplicidade. Tal como Jesus ensinou, temos que receber o Reino de Deus como uma criança.


Lucas 18:15-30
Jesus era uma pessoa controversa; onde quer que fosse, ele provocava, perturbava as pessoas e causava desconforto.
Neste texto, Ele perturba os discípulos com associações a crianças.
Jesus era uma pessoa importante e os discípulos esperavam que ele fizesse uma associação a alguém importante, que contribuísse para a sociedade.
As crianças ainda não contribuíam para a sociedade e os discípulos admoestam Jesus por ele perder tempo com as crianças.
"A não ser que se queiram tornar uns "Zés Ninguéns" como as crianças, não podem entrar no reino de Deus", foi o que Jesus lhes quis ensinar. Para sermos Alguém diante de Deus temos que primeiro ser "ninguém", despirmo-nos dos nossos justificativos diante de Deus, pois todos pecámos.
As crianças não têm posses materiais, qualificações académicas, status, nada! Jesus disse: "vocês não podem ser meus discípulos se não estiverem preparados para ser tratados como ninguém, porque o Reino de Deus é para os que são como crianças".
V.18: Um chefe religioso, com status, com valor, um político em ascensão, vai ter com Jesus e pergunta-lhe o que pode fazer para ser salvo. Jesus tinha acabado de falar de receber o Reino de Deus como uma criança e agora temos um homem que quer saber como comprar, acha-se uma pessoa boa e resolve ir ter com outro homem bom para saber o que mais pode fazer. Jesus detém-no e fá-lo pensar nas suas palavras, "Bom mestre?".
Lucas diz que por causa do apego às suas riquezas ele foi embora. Apesar de todo o seu amor e sinceridade, a sua riqueza afastou-o do lugar de Deus. Será que ele cumpria mesmo os mandamentos?
Primeiro mandamento: Êxodo 20:2,3
2 Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egipto, da casa da servidão.
3 Não terás outros deuses diante de mim.

Jesus anda às voltas para lhe mostrar qual é o seu maior amor; as suas posses tomaram o lugar de Deus, esse era o seu maior amor.
Porque é que Jesus confronta este homem com a riqueza? Havia outros ricos que seguiam Jesus e não lhes foi pedido isso, pois usavam em favor da comunidade; mas aqui a riqueza está a impedir que ele tenha aquilo que está a pedir.
Sec.V - Sº Agostinho: "Todos nós estamos perante Deus com uma mão fechada em que Deus quer colocar o Seu amor e bondade", mas os nossos dedos estão cerrados à volta do que temos e alcançamos, empregos, etc. O processo de "abrir a mão" é muito doloroso (arrependimento).



Processo de formação de um Ídolo:
Os ídolos de madeira são muito fáceis de identificar, os difíceis estão na mente! Até a nossa concepção de Deus pode ser um ídolo: a oração mágica para manipular Deus e termos o que queremos.
Idolatria e injustiça social são dois lados da mesma moeda. Era verdade no passado e continua a ser verdade agora.
1 - Idolatria envolve um processo de sedução de algum aspecto da criação - algo nos atrai porque nos parece agradável, belo, socialmente valorizado, - um bom emprego, uma boa carreira, um bom salário, influência. etc. E parece-nos que podemos sempre controlar as situações. "Só vou até onde eu quero". "Quando quiser paro"; "só mais esta vez..."

2 - A idolatria envolve um Contrato com as "divindades": em troca dos sacrifícios devidos, os ídolos prometem dar riqueza, prosperidade, vitórias, e protecção do mal. Há uma experimentação inicial, que tem implícito um contrato.

3 - A idolatria culmina numa inversão de papeis - O estágio final da formação de um ídolo envolve uma mudança de papéis: o ídolo vai progressivamente controlando a vida dos adoradores, moldando-os à sua imagem. O que possuímos acaba por nos possuir a nós!



Consequências da idolatria

1 - Desumaniza-nos - Adorar algo que é inferior a nós próprios desumaniza-nos. Torna-nos em objectos em vez de pessoas.

2 - Abrimos espaço para os poderes das trevas - não estão interessados no indivíduo isolado apenas, mas em afectar e possuir as estruturas políticas, sociais, culturais, económicas, etc.

Quando os seres humanos adoram qualquer aspecto da criação (sexualidade, família, dinheiro, sucesso, etc), em lugar da adoração devida a Deus, atraem sobre si forças espirituais invisíveis, mas poderosas para escravizar.

3 - Acabamos por nos tornar escravos do que possuímos - Quando aquilo que foi criado por Deus para nós dominarmos e administrarmos começa a ser tratado como "Senhor", rapidamente se torna um tirano.

Se rendermos os nossos corações, tanto como indivíduos como um grupo, aos ídolos, tornamo-nos escravos de demónios. E esses demónios exigem sacrifícios humanos.

Desta forma, caminhamos para a destruição do ecossistema, para a eliminação dos membros mais frágeis da sociedade (aborto, eutanásia).

4 - Insegurança constante - Aqueles que adoram falsos deuses, para continuarem a assegurar o seu poder (seja secular ou religioso), vivem num constante clima de suspeição, insegurança e medo. O seu maior inimigo está dentro deles. O único antídoto eficaz é a visão Daquele que, tendo todo o poder nas suas mãos, se humilhou a si mesmo, abraçou o papel de Servo e desmascarou e depôs dos tronos os poderes e ídolos que querem tomar conta deste mundo.





Exemplo de vida de Wilberforce - Só com confissão se quebra o poder dos ídolos.

Aqui os discípulos estão chocados com a forma como Jesus fala com este homem.
Cada acto de conversão genuína é um milagre, especialmente dos que são ricos e poderosos, porque conversão é tornares-te em ninguém, identificares-te com os que são pobres, usar as tuas posses, educação, formação, a favor dos que não têm recursos, isso é conversão.

Pedro verbaliza: "e se deixarmos tudo para te seguir, qual é o nosso futuro?" promessa de Jesus: "Novas casas, novas famílias". Em Actos aqueles que foram rejeitados, são agora recebidos em novas famílias, a igreja é em si mesma, parte das Boas Novas, comunidade de partilha, para se ajudar mutuamente.
Conclusões
1 - Repensemos o significado de salvação, Reino de Deus e vida eterna
Reino de Deus é o governo de Deus entre nós através de Jesus, o futuro agora no mundo presente. O convite que o evangelho nos faz é de tomarmos parte desse novo mundo agora no mundo presente. É isso que é salvação, não é sobre irmos para o céu quando morrermos, mas da vontade de Deus aqui já na terra, agora; reconciliação de todas as coisas, todas as pessoas, trazer todas as coisas para debaixo do senhorio de Cristo. Não nos atrevamos a reduzi-lo a "salvação de almas".
Vida eterna é mais do que vida que dura para sempre. É uma nova qualidade de vida que toma forma no corpo de Jesus. Quer estejamos a falar de salvação ou vida eterna, estamos a falar deste significado.
2 - Repensamos o significado de amor: Marcos 10:21

"E Jesus, olhando para ele, o amou". Jesus amou-o e perturbou-o. Amor verdadeiro quer o melhor para o outro. Às vezes não queremos perturbar as pessoas porque temos medo de as perder. Embora digamos que as amamos, somos egoístas, pois temos medo do que vamos perder e não do que eles vão perder. Jesus estava disposto a arriscar esse relacionamento para ele tirar os ídolos da sua vida.
Ajudemos os nossos amigos não cristãos a conhecerem os substitutos de Deus na sua vida e pedir-lhes que também nos confrontem a nós. Eles podem ajudar-nos a ver se na nossa vida estamos a adorar outra coisa.
Que tipo de amigo queremos? Um simpático que nunca nos deixe ou um amigo que nos perturba?
Ídolos mais fortes dos nossos dias?
1 - Consumismo: como estilo de vida anestesiante, que nos aliena da realidade, nos entretem, mas não satisfaz.
Desde tenra idade somos expostos a publicidade, marcas, ainda antes de sabermos ler, e as pessoas já não estão a comprar bens, estão a comprar identidade.

Este vício compulsivo de comprar não é desafiado; tudo na sociedade se torna algo que se pode comprar. Consomem-se aulas, cadeiras, e quantas mais tivermos, mais queremos; já não vivemos para sermos críticos, cidadãos do mundo, para questionar as forças políticas, sociais, mas sim para obter dinheiro e consumirmos.
Chamamos prostituta a uma mulher que vende o seu corpo e consultor a um homem que vende o seu cérebro! Tornamo-nos nós também bens de consumo, a nossa vida tornou-se um bem de consumo; até parte dos nossos genes podem ser vendidos!
Somos avaliados pelo nosso "poder de compra".
Numa sociedade de consumo, os bens passam de moda e as pessoas têm medo de ficar ultrapassadas naquilo que têm, nas suas skills e nessa altura as suas vidas não vão ter significado. O tratamento do lixo é o maior desafio numa sociedade pós-moderna, tudo o que fazemos hoje está fora de moda amanhã.

A vida no mercado de trabalho, neste tipo de sociedade de consumo, é difícil, pois a confiança está desfeita e é difícil desenvolver sentido de comunidade.
A luta por se manter em forma torna-se também num vício.
Transformação do consumismo numa nova religião (um certo propósito)
Existem comunidades à volta duma marca, rituais a serem formados em todas as cidades, outdoors em vez de árvores; crianças e jovens passam o seu tempo livre no Centro Comercial porque é uma espécie de terapia que alivia o aborrecimento e falta de significado nas suas vidas.
A Religião também se comercializa: o louvor tornou-se entretenimento e avalia-se o louvor segundo o que sentimos; uma boa experiência de louvor não é sermos mais parecidos com Cristo, mas entretenimento para as pessoas; não nos melhora para que o coração de Deus se torne o nosso coração; e se não gostamos do louvor e da pregação, vamos a outras igrejas que ofereçam melhores serviços.
Consumismo: Este é o ídolo central na nossa sociedade, é mais do que obter bens.
Jesus no seu ministério fala mais sobre dinheiro do que qualquer outro assunto, à excepção do reino de Deus. Muitos preferem falar dos pecados associados à sexualidade mas não falam acerca da idolatria do poder porque é muito doloroso.
2 - A carreira profissional
Somos levados a pensar em percursos sempre ascendente de evolução profissional, o que nos leva a entrar numa competição entre colegas, minando assim as relações interpessoais nos locais de trabalho.
3- O desejo da Celebridade/Fama - Exemplo do programa Ídolos e outros programas de produção de celebridades. Os adolescentes e jovens são levados a um desejo de Fama que toma conta do seu dia-a-dia. São sujeitos a um stress emocional que pode deixar marcas profundas de rejeição e humilhação, como a de um sucesso prematuro, que os eleva num instante como a seguir os esquece, abrindo caminho para prováveis depressões.
Citação Jornal Público de 6 Novembro 2009 da Realizadora de Cinema Andrea Arnold a propósito das pessoas que concorrem aos concursos de talentos televisivos:
"Fico de coração destroçado quando vejo aquelas pessoas que vão aos concursos e são rejeitadas, que não são muito boas, não por elas não passarem, mas porque vêem esses programas como uma espécie de resposta para as suas vidas, um modo de encontrar contentamento ou felicidade. Aspirar à celebridade - é isso que me entristece. As pessoas acham que podem ter tudo o que quiserem - e não podem."


Questões para reflectir:
1. O que os nossos dedos da mão estão a agarrar?
2. Quais são os ídolos na nossa área académica e profissional, nos meus estudos/trabalho e como posso confrontá-los, expô-los?
Links com trailer do filme Amazing Grace:
http://www.youtube.com/watch?v=Q6Cv5P9H9qU